A XENOFOBIA SUL-AFRICANA

Publié le par Angola-Inteligente

Nos últimos dias, as violências xenófobas contra os estrangeiros de origem africana  em alguns townships da RSA, deixaram-me pasmo. Foi com um sentimento de profunda tristeza que assisti as reportagens e vi as imagens de tais massacres. Fiquei pasmo, como é que chegamos a este extremo ? Isso é possível na Nação Arco-Íris ? Na terra de Nelson Mandela ? É verdade que tenho ouvido falar de actos de xenofobia contra estrangeiros em outros países africanos (não vamos fingir que isto não existe), mas nunca ouvi relatos de tal situação num país em paz. Num país económicamente próspero, e ainda que a injustiça social seja uma realidade naquele país, nada poderá justificar tais actos de barbaridade da parte de um povo que representa simbolicamente a tolerância, um povo que foi vítima da mais cruel forma de xenofobia institucional (apartheid). Estou triste... e acho que o prôprio Nelson Mandela estaria triste hoje, se ainda em vida estivesse.

Nos últimos dias, as violências xenófobas contra os estrangeiros de origem africana em alguns townships da RSA, deixaram-me pasmo. Foi com um sentimento de profunda tristeza que assisti as reportagens e vi as imagens de tais massacres. Fiquei pasmo, como é que chegamos a este extremo ? Isso é possível na Nação Arco-Íris ? Na terra de Nelson Mandela ? É verdade que tenho ouvido falar de actos de xenofobia contra estrangeiros em outros países africanos (não vamos fingir que isto não existe), mas nunca ouvi relatos de tal situação num país em paz. Num país económicamente próspero, e ainda que a injustiça social seja uma realidade naquele país, nada poderá justificar tais actos de barbaridade da parte de um povo que representa simbolicamente a tolerância, um povo que foi vítima da mais cruel forma de xenofobia institucional (apartheid). Estou triste... e acho que o prôprio Nelson Mandela estaria triste hoje, se ainda em vida estivesse.

Triste...
A XENOFOBIA SUL-AFRICANA

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Pedro 22/04/2015 00:06

O povo Sul-africano tem razão, eles estão fartos da ocupação de elevado número de estrangeiros no pais de forma anormal e em rápido crescimento.
Os principais culpados deste problema são os governos dos países da proveniência desses estrangeiros.
O governo de Moçambique é um dos principais culpados.
Há mais de 40 anos que a Frelimo transformou Moçambique num permanente campo de batalha.
O que a Frelimo sabe é só guerra.
Neste momento Há guerra em Gaza e o povo de Gaza está a implorar a Frelimo para parar com a Guerra, Este povo de Gaza tem fugido para África do Sul, agora está desesperado.
Aqui em Moçambique só é cidadão aquele que é membro da Frelimo e mesmo assim vive em constante medo e obrigado a ser falso e obediente aos caprichos da Frelimo.
O resto da população vive na absoluta exclusão social, na condição de estrangeiros no próprio pais e na pinúria.
Não há liberdade de expressão, e ao nível da base o povo moçambicano não se encontra organizado, não tem estruturas pagas pelo Estado. Esta condição é favorável a Frelimo porque deste modo o povo não consegue reclmar e ser ouvido.
A Frelimo é desumano.
Agora aparecem ao público a chorar lágrimas de leopardo com a cara sem vergonha.
Depois da Independência, devia-se preocupar pelo desenvolvimento, económico, social, cultural e académico e, não permanente guerra, na defesa da hegemonia do puder de forma imoral.
Logo depois da Independência a Frelimo expulsou os Portugueses que poderiam manter a economia do pais. e Transformaram o pais num inferno.
O governo de África do Sul não expulsou os ingleses estes mantém a prosperidade do pais,
Razão porque muitos estrangeiros correm para lá.
Consta que acima de 1500 moçambicanos acabam de regressar da Africa do Sul.
Se admitirmos que esses Moçambicanos estavam principalmente em Durban, e se considerarmos que cada província de RSA tem em média 1500 moçambicanos, podemos estimar que estão na RSA mais ou nenos um milhão de moçambicanos.
Então poderemos perceber até que ponto a Frelimo é uma organização nociva e degradante para os moçambicanos.
Pedro
Moçambique